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A favor do parlamentarismo, Dalirio é contra “distritão” e “fundão”
Politica | 22/08/2017 06:19 | Assessoria de Comunicação | Fotos:

De volta à discussão com a votação da reforma política no Congresso, o parlamentarismo tem sido debatido por diversas lideranças políticas do país, especialmente do PSDB, como o presidente interino do partido, Tasso Jereissati (PSDB-CE). O senador Dalirio Beber (PSDB-SC) também defende a aprovação do modelo parlamentarista.

A reforma política pode ser votada pela Câmara dos Deputados nesta semana, alterando o atual sistema eleitoral para o chamado “distritão”.

Dalirio declarou que defende o sistema distrital misto, onde se divide o Estado em distritos e cada um elege um deputado distrital.

Sou o contra o distritão porque temos que valorizar a instituição partidária, que é aquela que permanece. O político pode ter uma vida curta, o partido não. Portanto, o partido tem que ser o garantidor do cumprimento por parte dos seus eleitos, das principais bandeiras daquela comunidade. Também acredito que, na fase inicial no voto distrital misto, deveria acontecer somente em cidades com mais de 200 mil eleitores e depois pensar em estender também para cidades menores”, defendeu o senador.

O senador também é contra o financiamento público para as campanhas, o “fundão”.

“Embora o processo eleitoral faça parte da democracia, neste momento, não existe clima e nem compreensão por parte da sociedade, já que vivemos uma grave crise econômica e social gravíssima”, disse Dalirio.

Para o tucano, o ideal é fazer a eleição do ano que vem ainda no sistema atual e deixar já aprovado o voto distrital misto para 2022, reintroduzindo o financiamento empresarial para as campanhas eleitorais, com a doação para partidos e não para candidatos.

“O candidato só poderia ser destinatário de outras pessoas físicas. A doação empresarial seria para partidos e o partido teria que tornar público o critério adotado para fazer a partilha destes recursos, que vão constituir um fundo eleitoral”, completou o senador.

A Reforma Política tem que ser aprovada até o final de setembro, para valer já para as eleições de 2018.

Nesta terça-feira (22) haverá reunião de líderes no Senado Federal para discutir as prioridades da pauta. 

 
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